terça-feira, 27 de novembro de 2018
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Veja os detalhes do pouso da sonda InSight em Marte
Viagem de equipamento durou sete meses enquanto aterrissagem ocorreu em sete minutos
https://www.destakjornal.com.br/mundo/detalhe/veja-os-detalhes-do-pouso-de-uma-sonda-da-nasa-em-marte?ref=Esportes_Ultimas
sábado, 10 de novembro de 2018
domingo, 21 de outubro de 2018
segunda-feira, 8 de maio de 2017
Nave ultrassecreta dos EUA retorna à Terra - mas ninguém sabe sua missão
Em
maio de 2015, a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) lançou uma nave
misteriosa no espaço. Desde então, não foi divulgado qual era o objetivo
do governo ao colocar o objeto nos ares. Agora, a espaçonave retornou à
Terra após ficar exatos 718 dias em órbita.
Batizado de X-37B, o veículo de teste orbital pousou com segurança no centro espacial da agência espacial americana, na Flórida, neste domingo (7). O veículo é de fabricação da companhia Boeing, mede 8,8 metros de largura por 4,6 metros de altura e tem um design semelhante ao dos antigos ônibus espaciais da NASA, com porão de carga para descarregar objetos no espaço.
Esta foi a quarta vez que a mesma nave foi utilizada, e também foi sua missão mais longa já realizada - pelo menos que se tem notícia a respeito. A primeira aconteceu em 1999, quando ela foi originalmente projetada pela NASA para reparar satélites em órbita. Cinco anos mais tarde, o programa foi classificado como secreto e delegado à USFA, que passou a usar o protótipo em missões ultrassecretas. As missões anteriores duraram 224 e 674 dias, em 2010 e 2012, respectivamente.

A
única informação revelada pela Força Aérea sobre o projeto é de que se
trata do "veículo espacial reutilizável com a tecnologia mais avançada
da atualidade". Quanto ao pouso da nave ao nosso planeta ontem, os
responsáveis pelo programa disseram que os testes ao longo dos mais de
dois anos foram para avaliar "redução de risco, experimentação e
desenvolvimento de conceitos de operações para tecnologias de
espaçonaves reutilizáveis".
Especialistas e organizações sem fins lucrativos levantam diversas teorias sobre os segredos por trás do programa X-37B. Especula-se que o governo possa estar testando uma plataforma de armas no espaço que seria capaz de atacar alvos na Terra ou em órbita. Embora esta possibilidade já tenha sido descartada pelo Pentágono, outro rumor é de que a espaçonave tenha como principal objetivo testar um hardware relacionado à inteligência, o que significa que o governo americano teria capacidade de interceptar atividades e comunicações de satélites, permitindo vigilância a nível global.
Mesmo sem ter divulgado quais são os propósitos do projeto, a Força Aérea dos EUA já tem mais um voo da X-37B para o próximo semestre. O órgão também já informou que a missão será secreta e, assim como os lançamentos anteriores, a nave deve ficar vários meses em órbita. Logo, não vamos ouvir falar sobre ela tão cedo.
Batizado de X-37B, o veículo de teste orbital pousou com segurança no centro espacial da agência espacial americana, na Flórida, neste domingo (7). O veículo é de fabricação da companhia Boeing, mede 8,8 metros de largura por 4,6 metros de altura e tem um design semelhante ao dos antigos ônibus espaciais da NASA, com porão de carga para descarregar objetos no espaço.
Esta foi a quarta vez que a mesma nave foi utilizada, e também foi sua missão mais longa já realizada - pelo menos que se tem notícia a respeito. A primeira aconteceu em 1999, quando ela foi originalmente projetada pela NASA para reparar satélites em órbita. Cinco anos mais tarde, o programa foi classificado como secreto e delegado à USFA, que passou a usar o protótipo em missões ultrassecretas. As missões anteriores duraram 224 e 674 dias, em 2010 e 2012, respectivamente.

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Especialistas e organizações sem fins lucrativos levantam diversas teorias sobre os segredos por trás do programa X-37B. Especula-se que o governo possa estar testando uma plataforma de armas no espaço que seria capaz de atacar alvos na Terra ou em órbita. Embora esta possibilidade já tenha sido descartada pelo Pentágono, outro rumor é de que a espaçonave tenha como principal objetivo testar um hardware relacionado à inteligência, o que significa que o governo americano teria capacidade de interceptar atividades e comunicações de satélites, permitindo vigilância a nível global.
Mesmo sem ter divulgado quais são os propósitos do projeto, a Força Aérea dos EUA já tem mais um voo da X-37B para o próximo semestre. O órgão também já informou que a missão será secreta e, assim como os lançamentos anteriores, a nave deve ficar vários meses em órbita. Logo, não vamos ouvir falar sobre ela tão cedo.
Fonte(s)
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Sonda Rosetta pousa em cometa, terminando sua missão de 12 anos
Rosetta continuou coletando dados enquanto descia em direção ao cometa. Em feito inédito, sonda lançou robô ao 67P/Churyumov-Gerasimenko em 2014.
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Por G1, em São Paulo
30/09/2016 às 08:22 · Atualizado há 29 minutos
A sonda Rosetta pousou com sucesso nesta sexta-feira (30) no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, pondo fim fim a uma missão ousada de mais de uma década da Agência Espacial Europeia (ESA, sigla em inglês) .
Pouco depois das 8h20 (horário de Brasília) desta sexta-feira (30), o cientista Patrick Martin, gerente da Missão Rosetta, anunciou o "sucesso total da descida histórica" da sonda em direção ao cometa e declarou terminada a missão. "É a culminação de um tremendo sucesso científico e técnico da missão", afirmou.
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Batizada em homenagem à famosa pedra da Rosetta, que permitiu decifrar os hieróglifos egípcios, o projeto é o primeiro desenvolvido para orbitar e aterrissar sobre um cometa. A operação no espaço termina com muitos dados produzidos e enviados à Terra.
Em 2014, a Rosetta lançou sobre o cometa o robô Philae, após anos de viagem pelo espaço, com o objetivo de estudar a composição desse corpo celeste.
Animação simula o pouso da sonda Rosetta no cometa Churyumov
Compostos químicos, gases e poeira presentes ali podem conter respostas sobre a formação dos planetas do Sistema Solar. Além disso, apontariam aos cientistas uma direção para descobrir como a vida surgiu, no estágio em que a conhecemos.
Uma das teorias sobre o início da vida na Terra sugere que os primeiros ingredientes da chamada "sopa orgânica" vieram de um cometa, considerados alguns dos corpos celestes mais antigos do Sistema Solar.
Últimas fotosNesta sexta-feira mesmo, chegaram as últimas fotos tiradas pela sonda antes de repousar para sempre sobre o cometa.
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"Durante a missão, os cientistas ficam imersos em sua execução e planejamento. Agora, eles vão ficar ocupados durante anos", explicou em entrevista à Agência Efe o chefe do escritório de coordenação da ESA, Fabio Favata.
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As informações captadas durante a descida pelo gás, o pó e o plasma a uma distância antes do impacto, são a cereja do bolo de um longo trabalho de pesquisa, cuja herança será extensa.
"Com a Rosetta foram feitas, pela primeira vez, operações com paineis solares longe do Sol. Houve desafios técnicos que foram controlados e que permitirão missões futuras", acrescentou Favata.
O italiano prefere não qualificá-la de missão histórica, mas a reconhece como "uma das grandes" de sua agência, que tentou esclarecer melhor com ela a formação e evolução do Sistema Solar e entender como ele era no momento em que a Terra se originou.
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Novos projetosCom o fim de um dos projetos que mais visibilidade deu à ESA, a agência europeia não ficará órfã de projetos tão ou mais interessantes que Rosetta.
Segundo o representante da agência, 2018 será um ano cheio. É o ano, entre outros exemplos, em que será lançada BepiColombo, uma missão conjunta a Mercúrio da ESA com a agência espacial japonesa JAXA.
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É também o ano previsto para o lançamento da missão Solar Orbiter, concebida em parceria com a americana Nasa, que se aproximará do Sol mais que qualquer outra para analisar o magnetismo solar, sua atividade explosiva e os efeitos imediatos nas proximidades da estrela.
Além disso, será o ano em que, a bordo de um Ariane 5, será lançado junto com a Nasa e sua homóloga canadense o telescópio espacial James Webb, que pretende realizar observações infravermelhas do universo, detectar as galáxias mais antigas e presenciar o nascimento de novas estrelas.
Mais adiante, aparece na agenda a sonda JUICE, que aproveitará a tecnologia desenvolvida para Rosetta e, quando for lançada em 2022, será a primeira missão europeia com destino ao planeta Júpiter, para estudar a aparição de mundos habitáveis em torno de seus gigantes gasosos.
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Foto do topo: Daniel Roland/AFP
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